3 Principais Benefícios da morte de Cristo

Dentre os quase inumeráveis benefícios da salvação, pela morte de Cristo na cruz, há muitos que são óbvios aos crentes porque podem ser experimentados, como a oração, por exemplo.
Há muitos outros, porém, que não podem ser experimentados por si mesmos (embora possamos experimentar seus efeitos) e que nem sempre são bem entendidos.
Apesar disso, tais efeitos são uma base vital para uma vida cristã normal e bem sucedida.

JUSTIFICAÇÃO


A aceitação que a morte de Cristo nos oferece perante Deus é expressa em doutrinas como redenção(Rm.3:24), reconciliação (2 Co. 5:19-21), perdão (Ef.1:7 ; Rm. 3:25), aceitação no Amado (Ef.1:6), segurança da glorificação futura (Rm.8:30), e a justificação (Rm. 3:24).
Justificar significa declarar justo, é um termo judicial que indica o anúncio de um veredito de absolvição, excluindo qualquer possibilidade de condenação.
De fato, nas Escrituras o termo justificação é invariavelmente contrastado com condenação(Dt.25:1;Rm.5:16 ; 8:33,34).
As exigências da lei de Deus contra o pecado foram completamente satisfeitas.
A justificação não se deve a qualquer negligência, descuido ou alteração na justiça de Deus
e suas exigências, mas ao fato de todas as exigências divinas terem sido cumpridas em Cristo.
A vida de completa obediência à Lei por parte de Cristo e sua morte expiatória que pagou a penalidade do pecado são as bases para a nossa justificação (Rm.5:9).
A justificação jamais poderia basear-se em nossas boas obras, pois Deus requer perfeita obediência, o que é impossível para o homem.
O meio para a obtenção da justificação é a fé (Rm. 3:22,25,28,30).
A fé nunca é a base ou causa da justificação, é o meio ou canal pelo qual a graça de Deus pode imputar ao pecador que crê a própria justiça de Cristo.
Quando cremos, tudo que Cristo é Deus credita em nosso favor, assim, somos absolvidos.
Logo, Deus pode anunciar com justiça a nossa absolvição, e esse pronunciamento é chamado de justificação.
Portanto querido leitor, deixe Jesus Cristo assumir o controle da sua vida, pois só Ele pode justificar nossas ações junto ao Pai!

ADOÇÃO


Adoção é um benefício particularmente maravilhoso da morte de Cristo para o crente.A doutrina é explicitamente ensinada apenas por Paulo. Todas as vezes que você ler a palavra “filho” em relação ao crente (não em relação a Cristo) nos escritos de João, por exemplo, deve pensar em filho natural, pois João não fala de filiação legal ou judicial do crente.
Somente Paulo nos revela que somos adotados como filhos.É verdade que somos filhos de Deus pelo novo nascimento, mas também é verdade que, ao mesmo tempo,somos adotados na família de Deus.
No ato da adoção, uma criança de determinada família é tomada por um homem de outra família, colocada nessa nova família e considerada como filho legítimo com todos os privilégios e responsabilidades inerentes a esse novo relacionamento.
O quadro retratado pela filiação ou geração espiritual é o do nascimento, crescimento, desenvolvimento e maturidade; a ideia de adoção é a pleno privilégio na família de Deus.
A adoção concede um novo status àquele que recebe a Cristo como Senhor e Salvador.
Os resultados da adoção são a libertação da escravidão, de tutores da carne Gl. 4:1-5; Rm. 8: 14-17),e é o Espírito Santo quem nos capacita a desfrutar dos privilégios de nossa posição,portanto, pare de falar e comece a viver como verdadeiro filho de Deus!

SANTIFICAÇÃO


A palavra santificar significa separar. Para o crente, a santificação tem dois aspectos. Em primeiro lugar, o crente foi separado por meio de sua posição na família de Deus.
A esse aspecto normalmente se dá o nome de santificação posicional,significa ser separado como um membro da família de Deus.
Tal fato é verdade em relação a todo o crente, a despeito de sua condição espiritual, pois se trata de um estado espiritual.
Leia 1 Co. 6:11 e lembre-se como era carnal a condição daqueles crentes.
O fato de esta santificação posicional ser baseada na morte de Cristo ficar claro em Hebreus 10:10.
Há, é claro, o aspecto experimental da santificação.
Pelo fato de termos sido separados, devemos ser crescentemente separados em nossas vidas diárias (1Pe.1:16).
No sentido posicional, ninguém é mais santo que os demais, mas no aspecto vivencial é bastante correto dizer que determinado crente é mais santo ou mais santificado que outros.
Todas as exortações do Novo Testamento sobre o crescimento espiritual são pertinentes a esta faceta
progressiva e experimental de santificação.
Há ainda um sentido em que nenhum crente será totalmente santificado para Deus até que nossa posição e prática estejam em perfeita harmonia e isso só ocorrerá quando virmos a Cristo em Sua vinda e nos tornarmos igual a Ele (1 Jo.3:1-3).
Esta é nossa santificação futura ou definitiva, que aguarda nossa completa glorificação em corpos ressurretos (Ef. 5:26,27; Jd. 24,25).
Recupere sua vida através da santificação em Cristo Jesus, alimente-se da Palavra
de Deus e deixe o Espírito Santo fazer de você uma nova criatura!




Artigo escrito por:
Paulo Sergio

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